domingo, 14 de novembro de 2010

Feira do Livro de Florianópolis - Dia 13 de novembro

Inês Carmelita Lohn autigrafando seu livro "Rafael, o grito de alertar" e Ana Esther prestigiando o lançamento

Francisco Braga, dona Odete Zilli e Susana Zilli

Ana Esther e Dora Duarte, sempre incansáveis

Público prestigiando o recital de poesia

Público prestigiando o recital de poesia

Ana Esther, Natélia e Cristiano, casal amigo de Curitiba prestigiando os amigos da ACPCC
 e Paulo Berri, vice presidente da ACPCC

Augusto de Abreu, Rita Padoin em tarde de autógrafo de seu livro Alma do mar e Ana Esther

Amizade, carinho e muito amor

Feira do Livro - dia 12 de novembro

Ana Esther mostra seu livro

Ana Esther conta hostória para crianças e adultos


Público atento

Lilian prestigiando o lançamento de Ana Esther


Zeni, Ana Esther e Susana

Ana Esther e Susana

Na Esther e Inês

Na Esther ladeada pela escritora Katia Rebelo e o poeta Alcides Buss

Escritor Francisco Graga

Francisco Braga, Donato Ramos e mara Vianna

Katia Rebelo, Ana Esther e Alcides Buss

Ana Esthe, Francisco Braga e Dona Elza, mãe de Ana Esther

Dona Elza, Nídia de Bem e Ana Esther





Nostalgia - Suian Camille - EE Wanderley Júnior

Era mais uma noite fria e solitária,

e eu estava ali, sentada, calada,
ouvindo somente o bater acelerado
de meu coração.
Desorientada, sentei-me no canto de meu quarto
e ali fiquei.
Chorando, clamando, pensando.
Como o amor, uma palavra tão pequena,
Poderia ter efeitos tão grandes!?
E o coração? Por que eu sentia ele se apertar,
retraindo-se fortemente em meu peito,
Trazendo-me angústia, lembranças, sofrimentos, dor?
Como uma notícia de um casamento, deixou-me assim?
Talvez, a certeza de que te perdi pra sempre,
foi que mexeu tanto com minhas emoções.
Ah! Lembranças...
Recordações de tempos que não voltam mais...
Aqueles momentos, alguns ruins, como este,
Mas, outros de plena felicidade, me fazem pensar...
Nesse instante queria poder transportar-me para aquele exato momento.
Em que seus olhos castanhos,
que mais pareciam lindas amêndoas,
Olhavam fixamente na imensidão dos meus,
e eles transbordavam as mais lindas palavras.
Era apenas um olhar sincero e cintilante,
mas refletia todo o nosso amor.
Sua boca, perdição de meus lábios,
no encontro, torna-se um encaixe perfeito.
E sua voz, que em meus ouvidos mais parecia uma doce melodia dos anjos,
exclamava o quanto me amava.
E eu ali, em seus braços, sentia-me segura,
querendo que o tempo congelasse,
que o mundo fosse só você e eu.
Oh! Lembranças que me transportam ao passado...
Não sei se odeio estes momentos de nostalgia,
que me levam á uma época e lugar onde não estou mais,
Jogando em minha cara, a felicidade que TIVE
e que deixei escorrer por meus dedos.
Ou se fico grata por recordar-me momentos como este,
Que me mostram como um dia eu fui feliz, amei e fui amada.
Talvez amei muito mais, porém, a vida continuou...
Amores vêm, amores vão,
O que fica além da dor? Das lembranças?
Talvez a experiência? O amor, para quem continua?
Perguntas sem respostas que nem os anos conseguiram responder.
O melhor amigo do coração partido é o tempo,
pois só ele é capaz de aliviar as feridas que a vida deixou.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cacupé - Paulo Fernandes

“CACUPÉ” (1)


A existência de ondas é coisa pouca,
A calmaria é plena e maravilhosa.
As luzes da cidade são uma coisa “louca”;
Refletem imagem inusitada e engenhosa!

O verde - abundante e fantástico;
A água - uma relíquia cristalina;
O sol - ora brando, ora cáustico;
A brisa - permanente e divina.

Natureza encantada e gente carinhosa,
Retratam uma cena pitoresca;
Ensejam uma vida generosa,
E uma convivência principesca!

A iniciativa de saudável caminhada,
No pôr do sol ou no fim da noite,
Em harmonia com a mulher amada,
A troca de beijos... é um açoite!

O “Caminho para a Leitura” (2) tem mais sabor,
É inesgotável enlevo para a alma.
Nas manhãs de imenso frescor,
Principia o dia com instigante calma!

A espera no “Terminal Integrado” (3),
Momentos de ternura e afeição,
Curtindo o que fora programado,
Sem pressa e absoluta estupefação!

Sonia, presença singular e apaixonada,
(da Leda - a saudosa distância).
Dos netos, a ausência indesejada,
Em todos – do amor a maior constância!

Arrebatado por este sentimento que pulsa,
Dádiva sublime por Deus concedida,
Almejava não esta história avulsa,
Mas atitude consciente para toda a vida!


(1) Praia no litoral de Florianópolis.
(2) Autor: Marcos de Castro, Livraria Record, 2005.
(3) Terminal de ônibus urbano em Florianópolis.




Cacupé(SC), 01/11/2010.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Dora Duarte conta histórias e lança seu livro durante a Feira do Livro de Florianópolis



amigos prestigiando o lançamento de Dora Duarte


Dora Duarte contando histórias para atentas crianças








Associada Ana Esther ao lado de Dora Duarte
em sessão de autógrafo na Feira do Livro

Dora Duarte autografando na Antologia da ALIFLOR, que também é sócia.
Dora Duarte representou a literatura florianopolitada
em encontro de poetas na cidade de Salto, interior de São Paulo

Rafael, o grito de alerta - lançamento dia 13, às 15h, na Feira do Livro, Alfândega

Rafael o Grito de Alerta é um livro de ficção que conta a história de um adolescente, ex-dependente químico. Uma lição de vida: a trajetória do menino que conseguiu superar o vício e se tornar um exemplo para aqueles que vivem o mesmo drama. Aos 20 anos ingressou na universidade de medicina, com um objetivo claro: torna-se um psiquiatra.

ACPCC NA ESCOLA SILVEIRA DE SOUZA 10 DE NOVEMBRO DE 2010



alunos do EJA atentos com a conversar de Inês e Augusto

alunos sorteados com livros de Inês Carmelita Lohn e com as antologias da ACPCC


Aluna do EJA e Augusto


Inês ladeada por alunas do EJA

Aluna do EJA e Inês Carmelita Lohn

PROFESSOR MOACIR QUE FEZ O CONVITE PARA A ASSOCIADA INÊS CARMELITA LOHN QUE REPASSOU AO AUGUSTO

terça-feira, 9 de novembro de 2010

CASA DE AVÓ - Simone Santos Guimaraes

Casa de avó não tem igual.

É melhor que qualquer casa.

Casa de avó sempre tem quintal.
Tem pé de manga e milharal.

Goiabeira para subir e
Cama quente para dormir.

Casa de avó tem cheiro de criança.
Tem música e muita dança.

Casa de avó tem pé de pitanga,
Tem máquina de costura e muita aventura.

Casa de avó tem bolo de fubá.
E galinha pronta para assar.

Muitos primos para brincar,
E um quintal para explorar.

Casa de avó tem foto na parede e no banheiro tem tapete.
Casa de avó tem cheiro de felicidade e me dá muita saudade.


No livro Palavra Encantada você encontrará fantasia e alegria em forma de poesia, as quais foram inspiradas no quintal onde a autora foi criada, no seu vestido preferido, no seu cão e gato que nunca ficavam separados, na primeira receita de bolo, na saudade das férias de verão, nos castelos de areia, na sua casa sempre em festa e entre outras fontes de inspiração da sua infância.



A escritora traz para este livro a sua experiência como mãe e diz: “ser mãe é um aprendizado contínuo e Isadora é uma professora bem exigente, espero estar aprendendo tudo direitinho”.


Palavra Encantada é para você pequeno-grande leitor e começa com uma história inventada da infância da autora. Nas outras páginas, pequenos poemas você encontrará e se encantará. No final do livro tem a primeira poesia escrita, aos 7 anos, por Isadora, filha da autora e co-autora de Palavra Encantada.

sábado, 6 de novembro de 2010

Sarau da ACPCC na 25 Feira do Livro de Florianópolis 6/11/2010






Poeta Celso de Souza, da Academia Alcantarense de Letras, Susana Zilli, Augusto de Abreu, Nídia de Bem e Inês C. Lohn todos da ACPCC
   
Poeta Celso de Souza, da Academia Alcantarense de Letras, Susana Zilli, Ana Esther, Augusto de Abreu, Nídia de Bem e Inês C. Lohn todos da ACPCC


Susana Zilli, Ana Esther, Milka Plaza (Grupo Letras no Jardim) Mara Vianna, Paulo Berri, Augusto de Abre e Celso de Souza