Como poderei permitir que te afastes de mim?
Se és presente para os caminhos que busco percorrer
Contigo me visto de sonhos para soluções encontrar
Poesia és liberdade conquistada em meio a tudo e a nada
Mas lá tu vais estar.
És inocência encontrada onde já não havia esperança
Por tantos há muito esperada
Só tu me dás o direito de viajar em meio aos tempos
Resgatando sentimentos que em momentos vividos
Fizeram-se dispersar
Foi aí que entendi o teor e a pureza do autor ao dizer:
Poesia és a razão da alma e a emoção do coração,
Onde encontro forças para enfrentar tantas coisas
Que, às vezes, sem perceber
Estou eu outra vez indo a te encontrar.
terça-feira, 8 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Augusto, o pipoqueiro (foto de Inês Carmelita)
Janice Pavan (presidente da Associação Literária Florianopolitana),
Eliete, do Clube da Leitura, Inês carmelita Lohn e Augusto de Abreu
Augusto de Abreu servindo pipoca para o público
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Feira do Livro dia 22 de maio de 2010
poetas reunidos
Ana Esther e Beth Ossig

Lançamento do livro VIAGEM, de Augusto de Abreu
Membros da ACPCC declamando
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Tarde de Primavera - Zeni Maria de Oliveira da Cunha
Foi em um final de tarde de primavera
Que um sonho eu estava a realizar
Fui ao encontro do meu ídolo que
Na cidade estava para chegar.
Aqui na Lagoa da Conceição
Eu tive o prazer de encontrar
Aquelas doces pessoas
Que, ao vê-las sorrisos e lágrimas
Estariam a se misturar.
Foi então que ao pegar um violão
E cantar uma bela canção
Recordei-me de uma linda paixão.
Ele e seu companheiro
Que no céu foi morar, em meio a tantas estrelas
Lá estará sempre a brilhar
E que nos manda uma mensagem
Para jamais desanimar:
Esta vida é uma passagem
Onde passamos para nos purificar e
Quem tiver puro o coração
Junto a Deus a glória vai alcançar.
Em um dia lá próximo eu cheguei
E para a vida eu tive que regressar
Pois ninguém entra no reino de Deus
Sem cumprir o que aqui veio resgatar.
E agora te escrevo esta canção
Onde eu falo da nossa emoção
Lembro a Ilha da Magia em festa neste dia
Que fascinada não queria se despedir de tanta satisfação.
Que um sonho eu estava a realizar
Fui ao encontro do meu ídolo que
Na cidade estava para chegar.
Aqui na Lagoa da Conceição
Eu tive o prazer de encontrar
Aquelas doces pessoas
Que, ao vê-las sorrisos e lágrimas
Estariam a se misturar.
Foi então que ao pegar um violão
E cantar uma bela canção
Recordei-me de uma linda paixão.
Ele e seu companheiro
Que no céu foi morar, em meio a tantas estrelas
Lá estará sempre a brilhar
E que nos manda uma mensagem
Para jamais desanimar:
Esta vida é uma passagem
Onde passamos para nos purificar e
Quem tiver puro o coração
Junto a Deus a glória vai alcançar.
Em um dia lá próximo eu cheguei
E para a vida eu tive que regressar
Pois ninguém entra no reino de Deus
Sem cumprir o que aqui veio resgatar.
E agora te escrevo esta canção
Onde eu falo da nossa emoção
Lembro a Ilha da Magia em festa neste dia
Que fascinada não queria se despedir de tanta satisfação.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
SER POETA Inês Carmelita
Ser poeta é ser um livro
De paginas abertas e fechadas
Nas paginas em branco as perguntas
As escritas interrogadas
Nas dobradas os sentimentos
Lembranças das paginas viradas
Ser poeta é ser um livro
Ler onde não tem escrita
É ver um ponto marcado
Criar um universo
Entre o futuro e passado
É ser um livro esquecido
Naquele velho armário
Ser poeta é escrever
Até nas paginas arrancadas
É viver os sentimentos
Que se perderam no tempo
Nas velhas paginas viradas.
De paginas abertas e fechadas
Nas paginas em branco as perguntas
As escritas interrogadas
Nas dobradas os sentimentos
Lembranças das paginas viradas
Ser poeta é ser um livro
Ler onde não tem escrita
É ver um ponto marcado
Criar um universo
Entre o futuro e passado
É ser um livro esquecido
Naquele velho armário
Ser poeta é escrever
Até nas paginas arrancadas
É viver os sentimentos
Que se perderam no tempo
Nas velhas paginas viradas.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Alam de Poeta Susana Zilli
Quem irá entender
A alma de um poeta,
Que é capaz de chorar
Quando sorri,
Que ama a vida,
Os amores,
E os dissabores.
Rejeita o impossível,
Aceita o desafio
Na sua grandiosidade.
Vive de pensamentos
E de cada momento
Resta apenas
Uma saudade.
A alma de um poeta,
Que é capaz de chorar
Quando sorri,
Que ama a vida,
Os amores,
E os dissabores.
Rejeita o impossível,
Aceita o desafio
Na sua grandiosidade.
Vive de pensamentos
E de cada momento
Resta apenas
Uma saudade.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Mestre da Vida - Susana Zilli
Mãos de sabedoria,
Palavras aladas significativas,
O mestre me conduz
Ao paraíso das letras.
Não és mestre por acaso,
Nem pelo ofício,
Nem pela filosofia,
És mestre da vida,
Do aprendizado de cada dia.
Palavras aladas significativas,
O mestre me conduz
Ao paraíso das letras.
Não és mestre por acaso,
Nem pelo ofício,
Nem pela filosofia,
És mestre da vida,
Do aprendizado de cada dia.
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